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	<title>Central Estratégica</title>
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	<description>Agência Central Estratégica, Propaganda E Conteúdo. Goiânia, Goiás.</description>
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		<title>Por que vale a pena adotar a arbitragem para resolução de conflitos?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:44:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rapidez, especialização dos árbitros, sigilo do procedimento e segurança são algumas das vantagens. &#160; &#160; A quantidade de processos a serem julgados e principalmente a demora em solucionar conflitos fez com que novas soluções sejam colocadas em práticas. A arbitragem é uma solução que se destaca no mercado. Segundo o site Câmara do Mercado, a arbitragem, há décadas utilizadas nos países desenvolvidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rapidez, especialização dos árbitros, sigilo do procedimento e segurança são algumas das vantagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/desafio_mercado_imobiliario.png" rel="shadowbox[sbpost-13926];player=img;" title="desafio_mercado_imobiliario"><img class="aligncenter size-full wp-image-13927" title="desafio_mercado_imobiliario" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/desafio_mercado_imobiliario.png" alt="" width="559" height="430" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A quantidade de processos a serem julgados e principalmente a demora em solucionar conflitos fez com que novas soluções sejam colocadas em práticas. A arbitragem é uma solução que se destaca no mercado.</p>
<p>Segundo o site Câmara do Mercado, a arbitragem, há décadas utilizadas nos países desenvolvidos, é regulamentada no Brasil pela Lei 9.307/96, a chamada Lei da Arbitragem. Atualmente, vem sendo reconhecida como o método mais eficiente de resolução de conflitos, contribuindo para o descongestionamento do Poder Judiciário.</p>
<p>Compradores de imóveis, empresários do setor imobiliário também podem se valer desta estratégia. “Os contratos imobiliários podem ser submetidos à arbitragem, especialmente em relação a seus aspectos comerciais e financeiros,”afirma o especialista em Investimentos Estrangeiros no Brasil, Negócios Internacionais e Planejamento Tributário, Adler Martins.</p>
<p>Mas o que pesa para muitos clientes não é a arbitragem em si, mas o custo. Afinal, é alto? Martins afirma que depende da situação. “Em geral, para um caso simples, resolvido no Brasil por um árbitro, custos entre R$15.000,00 e R$30.000,00 são bastante comuns”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vale a pena?</strong></p>
<p>Martins, em seu blog, é categórico em concordar que o custo vale a pena, especialmente se o valor do imóvel negociado é alto. “Afinal, resolver um conflito em aproximadamente seis meses é muito mais econômico do que observar um processo se arrastar por 12 anos na justiça brasileira”, comenta.</p>
<p>Deve-se pensar, também, nas outras vantagens da arbitragem, afirma o especialista: especialização dos árbitros, sigilo do procedimento e uma segurança incomparavelmente maior à indefinição que acompanha os litígios internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br" target="_blank">REDIMOB</a></p>
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		<title>Ainda consigo 30% de retorno com imóveis?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jovem com grande capacidade de poupança se identifica com mercado imobiliário, e pensa em investimento de médio prazo. &#160; &#160; Dúvida do internauta: Eu me formei em engenharia ano passado e pretendo começar a investir. No momento moro com meus pais e praticamente não tenho despesas, podendo guardar algo em torno de 2.500 reais por mês. Gostaria de poder contar com esses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jovem com grande capacidade de poupança se identifica com mercado imobiliário, e pensa em investimento de médio prazo.</p>
<div id="NewsContent">
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/132.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13930];player=img;" title="13"><img class="aligncenter size-full wp-image-13931" title="13" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/132.jpg" alt="" width="250" height="333" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dúvida do internauta: Eu me formei em engenharia ano passado e pretendo começar a investir. No momento moro com meus pais e praticamente não tenho despesas, podendo guardar algo em torno de 2.500 reais por mês. Gostaria de poder contar com esses recursos para poder viajar nas férias anualmente.</p>
<p>Considero-me um investidor de risco médio, que aguenta bem o sobe e desce da Bolsa de Valores. Já até fiz um curso para aprender a investir na Bolsa, mas meu tempo é limitado, fazer day trade é inviável, e os fundos de investimento não andam tão bem quanto eu desejo. Identifico-me com o setor imobiliário, ou diria que me iludo, porque precisaria de um capital maior. Comprar na planta seria um bom investimento para um ano e meio, com retorno de 30%? Gostaria de uma ajuda para o início da minha caminhada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resposta de Luiz Calado*:</strong></p>
<p>Para o inicio da sua caminhada, provoco-o a transformar o seu sonho num plano de ação.</p>
<p>Você já demonstra a disciplina de um grande poupador, com um fôlego acima do comum para quem é apenas um recém-formado. Planeje seus próximos gastos, para que este seu sacrifício poupador não o impeça de fazer investimentos essenciais, como uma pós-graduação.</p>
<p>Morar com os pais é uma situação privilegiada pois permite obter moradia e alimento grátis. Isso te permite guardar o máximo de recursos possível, mas não deve ser uma situação sustentável, a menos que você pretenda morar com os pais até o auge dos seus 50 anos! Não conheço nenhum milionário que ficou rico às custas de morar com os pais (da mesma forma que ninguém ficou milionário economizando no cafezinho diário, no máximo isso transforma a pessoa num muquirana, que é o destino daqueles que seguem as sábias lições dos reis da auto-ajuda financeira).</p>
<p>Assim, aceite um ritmo menor de poupança mensal, e passe a ajudar com os gastos da sua casa. Já que você menciona gostar de viajar, caso o seus pais não aceitem a ajuda financeira, você pode guardar o dinheiro e convidá-los para viajar com você! Pense positivamente. Você está em início de carreira e pode esperar aumentos salariais para os próximos anos. Se desejar aumentar o ritmo de poupança, avalie a possibilidade de reforçar o orçamento dando aulas particulares para alunos de engenharia ou alguma outra atividade. Isso permitirá que você continue poupando bastante, independentemente dos novos gastos que acabo de sugerir.</p>
<p>Sua frustração com o desempenho dos fundos reflete o novo patamar de retorno ajustado a risco no Brasil. Não foi há dez anos que o rendimento de uma aplicação de baixo risco superava 15% de ganho real no ano? Para o bem da sociedade, esta época teve fim. E isso será bom para você, uma vez que uma taxa básica de juros menor permitirá financiar o seu imóvel a juros também menores. A dúvida é: este é o melhor momento para investir em imóveis? Acredito que sua meta de rendimento para este segmento, 30%, seja irreal para o futuro próximo, a menos que surja uma nova bolha especulativa.</p>
<p>Considerando isso tudo, oriento que você arrisque, siga o seu alto apetite para risco, e esteja preparado para as fortes emoções. Separe o necessario para a sua viagem anual e avalie a possibilidade de colocar o resto em renda variável. Voce pode comprar diretamente algumas ações, ou investir num fundo. Day trade, que você menciona, não é a unica opcao para quem deseja investir na Bolsa. Se voce realmente deseja lucrar no day trade, voce pode adquirir cotas de fundos especializados em day trade, como um long &amp; short. O seu gerente de conta ou assessor financeiro poderá sugerir outros fundos com este perfil. Apenas fique atento para aproveitar fundos com taxas de administracao baixas.</p>
<p>Aproveito para elogiar o seu interesse em aprimorar o conhecimento fazendo um curso. Você deve seguir este aprendizado, que pode ser potencializado com a leitura de um bom livro sobre o assunto.</p>
<p>Em resumo, voce esta no caminho certo, com disciplina e um plano de ação, será capaz de atingir seus objetivos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Luiz Calado é economista, doutorando em finanças sustentáveis e autor dos livros &#8220;Imóveis: seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio&#8221; e &#8220;Fundos de investimento: Conheça antes de investir&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br/" target="_blank">REDIMOB</a></p>
</div>
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		<title>Demanda maior faz seguro-fiança crescer 25%</title>
		<link>http://centralestrategica.com.br/blog/clipping-imobiliario-2/demanda-maior-faz-seguro-fianca-crescer-25/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[demanda]]></category>
		<category><![CDATA[seguro fiança]]></category>

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		<description><![CDATA[O aumento das exigências das imobiliárias que, em alguns casos, chegam a pedir que cada fiador tenha dois imóveis quitados, tem feito a demanda por seguro-fiança crescer. No ano passado, o produto movimentou R$ 239,4 milhões, 25% a mais em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo corretores e imobiliárias, o volume de pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento das exigências das imobiliárias que, em alguns casos, chegam a pedir que cada fiador tenha dois imóveis quitados, tem feito a demanda por seguro-fiança crescer. No ano passado, o produto movimentou R$ 239,4 milhões, 25% a mais em relação ao ano anterior, de acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo corretores e imobiliárias, o volume de pessoas que pagam ao invés de arrumar um fiador gira entre 15% a 20% das locações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/altarenda_imagem.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13933];player=img;" title="AltaREnda_imagem"><img class="aligncenter size-full wp-image-13934" title="AltaREnda_imagem" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/altarenda_imagem.jpg" alt="" width="525" height="315" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com o presidente da comissão de direito imobiliário da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), Kênio Pereira, o seguro-fiança varia entre 1,5 até 3 vezes o valor do aluguel, mais os encargos. Isso significa que, em um ano de contrato, o inquilino vai pagar no mínimo 14 meses de aluguel.</p>
<p>Ele explica que as imobiliárias são livres para traçar suas exigências, mas existe um padrão no Brasil que é um fiador com imóvel pago e outro com renda acima de três vezes o valor do aluguel. &#8220;Exigir dois imóveis de um único fiador é demais e pode prejudicar a locação&#8221;, destaca Pereira.</p>
<p>Na Lar Imóveis, a adesão ao seguro-fiança cresceu 12% em relação ao ano passado e, de acordo com a gerente de locação Luciana Cristina, cerca de 40% dos contratos já são nessa modalidade. &#8220;É muito mais rápido, porque a pessoa apresenta a documentação, o extrato bancário e a seguradora consegue aprovar em 24 horas&#8221;, diz.</p>
<p>Na Porto Seguro, líder de mercado nesse ramo, o crescimento foi de 17% em 2011. Segundo o diretor do Porto Seguro Aluguel, Edson Frizzarim, além da garantia financeira, a apólice também oferece coberturas para encargos como IPTU e despesas de condomínio, serviços emergenciais 24 horas, de chaveiro, conserto de eletrodomésticos e a possibilidade de parcelar o valor do seguro. &#8220;Esses são alguns dos atrativos que explicam a crescente preferência pelo seguro-fiança como garantia locatícia&#8221;, explica Frizzarim, ressaltando ainda a questão do constrangimento de pedir um favor.</p>
<p>O superintendente de seguros tradicionais do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre, Danilo Silveira, confirma o aumento da procura. &#8220;Muita gente não tem como conseguir um fiador e, em relação ao depósito caução, o seguro-fiança é mais vantajoso porque cobre danos aos imóveis&#8221;, afirma.</p>
<p>Silveira acredita que, com o aumento da procura, a tendência é de queda no preço. &#8220;O crescimento da demanda vai propiciar preços mais competitivos&#8221;, destaca o superintendente.</p>
<p>O seguro-fiança é como um outro seguro qualquer, não há reembolso ao fim do contrato. Mas, diante do aumento da demanda, uma modalidade está em alta: um título de capitalização específico para aluguel. Segundo a diretora comercial da Triunfo BrasilInsurance, Carmem Ribeiro, a opção funciona como um investimento. &#8220;O inquilino faz um título em nome da imobiliária, no valor de 12 ou 15 meses de aluguel, faz o depósito e, ao fim do prazo, pode resgatar o valor integral, corrigido pela TR&#8221;, explica.</p>
<p>De acordo com Carmem, cada perfil de cliente tem uma demanda específica e o título de capitalização tem sido mais procurado por quem, por exemplo, não quer comprar um imóvel em determinada cidade e não tem a quem recorrer para pedir fiador. &#8220;A pessoa pode, inclusive, fazer um empréstimo em um banco para fazer o título que só será resgatado mediante autorização da imobiliária, já que é a garantia dela&#8221;.[2]</p>
<p>A Sul América foi pioneira com esse produto, que já começa a ter concorrentes. É o caso da Brasilcap, que lançou recentemente o Cap Fiador de 15 ou 30 meses. Durante o prazo de vigência, o inquilino ainda concorre a prêmios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br" target="_blank">REDIMOB</a></p>
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		<title>Deixe seu jardim mais bonito</title>
		<link>http://centralestrategica.com.br/blog/noticias/deixe-seu-jardim-mais-bonito/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iluminar plantas de maior destaque e dar preferência a espécies resistentes podem garantir funcionalidade ao espaço, garante o paisagista e arquiteto Marcelo Faisal. &#160; &#160; Praticidade e simplicidade são características marcantes nos jardins elaborados pelo paisagista Marcelo Faisal. Ao completar 50 anos de vida, o também arquiteto e agrônomo marca sua carreira com o lançamento do livro Fotos-Síntese. &#160; Na obra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iluminar plantas de maior destaque e dar preferência a espécies resistentes podem garantir funcionalidade ao espaço, garante o paisagista e arquiteto Marcelo Faisal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/casa-e-jardim-4.gif" rel="shadowbox[sbpost-13936];player=img;" title="casa-e-jardim-4"><img class="aligncenter size-full wp-image-13937" title="casa-e-jardim-4" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/casa-e-jardim-4.gif" alt="" width="500" height="364" /></a></p>
<div id="NewsContent">
<p>&nbsp;</p>
<p>Praticidade e simplicidade são características marcantes nos jardins elaborados pelo paisagista Marcelo Faisal. Ao completar 50 anos de vida, o também arquiteto e agrônomo marca sua carreira com o lançamento do livro Fotos-Síntese.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na obra de 114 páginas, o leitor terá contato com fotos de 25 projetos desenvolvidos por Faisal e diversas frases colecionadas pelo autor ao longo de sua carreira. Fruto de um trabalho que teve início há dois meses, o livro mostra experiências pessoais do paisagista relacionadas ao universo da jardinagem.</p>
<p>&#8220;Os projetos escolhidos são referências estéticas de meu trabalho, sempre priorizando a simplicidade e a funcionalidade antes da beleza propriamente dita&#8221;, afirma o profissional. &#8220;Quanto ao bloco editorial, sempre colecionei frases, pensamentos e ideias minhas e de autores diversos. Agora tive a oportunidade de usar este material&#8221;, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Preocupado em garantir o aspecto funcional do paisagismo, Marcelo Faisal dá algumas dicas para quem deseja ter um belo jardim:</p>
<p><strong>Cores:</strong> É possível usar a variação de tonalidades de verde nas plantas para conseguir um jardim alegre.</p>
<p>Mas as cores não precisam aparecer somente nos vegetais, elas podem estar presentes também nos itens de decoração, na pintura e nos móveis espalhados pelo ambiente.</p>
<p><strong>Flores:</strong> O paisagista alerta para a grande necessidade de manutenção que as plantas sazonais geram.</p>
<p>Por isso, o ideal é dar preferência às perenes como alpínias, helicônias, gardênias, moreia e agapanto.</p>
<p><strong>Arquitetura:</strong> Ao contrário do habitual, o projeto do jardim deveria seguir paralelo à construção da casa, e não depois. Segundo Faisal, antes de qualquer iniciativa, é preciso observar o clima do ambiente e o estilo que se espera usar na decoração. Depois, o ideal é alinhar as espécies com a identidade empregada na arquitetura.</p>
<p><strong>Beleza:</strong> Ficar restrito apenas ao aspecto estético do jardim é um grande erro. Mais importante do que garantir a beleza do lugar, é conseguir um bom funcionamento principalmente no quesito circulação, sem ficar preso a detalhes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Iluminação: &#8220;Preocupar-se com o posicionamento de luz no jardim é fundamental, já que a maioria das pessoas frequenta o espaço à noite&#8221;, lembra. Desse modo, nada melhor do que observar o trajeto de circulação, valorizar os pontos focais (plantas de destaque) e evitar as zonas cinzentas originadas pela falta de luz.</p>
<p><strong>Móveis:</strong> Em ambientes de áreas externas, como bangalôs e espaços gourmet, há muitas possibilidades de materiais que não sejam de plástico. Pensar em madeiras e fibras sintéticas pode ser uma boa opção na hora de decorar o jardim.</p>
<p><strong>Sustentabilidade:</strong> Segundo o paisagista, o jardim perfeito alia baixa manutenção, bom gosto e praticidade. &#8220;A tendência em jardinagem será o uso de espécies resistentes que precisem de pouca água. Mais agressivo e menos romântico, o jardim terá presença constante de espécies como agaves, plátano e fênix&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br/" target="_blank">REDIMOB </a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>HSBC lança consórcio para imóveis com crédito entre R$ 350 mil e R$ 700 mil</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
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		<category><![CDATA[HSBC]]></category>
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		<description><![CDATA[O HSBC lança um grupo de consórcio de imóveis com créditos entre R$ 350 mil e R$ 700 mil, voltado para o público de alta renda. &#160; &#160; O novo grupo de consórcio, exclusivo para correntistas, terá prazo de 180 meses. Serão cinco contemplações por mês, sendo uma por sorteio da Loteria Federal e quatro por lance, dependendo da disponibilidade financeira do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="NewsContent">
<p>O HSBC lança um grupo de consórcio de imóveis com créditos entre R$ 350 mil e R$ 700 mil, voltado para o público de alta renda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/g_194859031.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13903];player=img;" title="g_194859031"><img class="aligncenter size-full wp-image-13904" title="g_194859031" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/g_194859031.jpg" alt="" width="490" height="326" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo grupo de consórcio, exclusivo para correntistas, terá prazo de 180 meses. Serão cinco contemplações por mês, sendo uma por sorteio da Loteria Federal e quatro por lance, dependendo da disponibilidade financeira do grupo. O consorciado pode utilizar até 20% do crédito para pagamento do lance.</p>
<p>Para Sami Foguel, diretor de Produtos e Segmentos do HSBC, &#8220;com a valorização dos imóveis, principalmente nos grades centros, percebemos a necessidade de criar um produto com crédito maior, que atendesse a demanda dos clientes Premier.&#8221;</p>
<p>O HSBC também oferece o consórcio de imóveis com crédito entre R$ 150 mil e R$ 300 mil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br" target="_blank">REDIMOB</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Gastos do Minha Casa Minha Vida decolam e quase alcançam 2011</title>
		<link>http://centralestrategica.com.br/blog/clipping-imobiliario-2/gastos-do-minha-casa-minha-casa-decolam-e-quase-alcancam-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa minha vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos quatro primeiros meses deste ano, despesas somaram R$ 7 bilhões. &#160; &#160; Em todo o ano passado, gastos do programa habitacional foram de R$ 7,7 bi. O programa pegou força, ritmo e passou para a etapa de pagamentos (&#8230;) O programa começa a decolar&#8221; Cleber Oliveira, Tesouro Nacional Os gastos do governo com o Minha Casa Minha Vida, programa habitacional voltado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos quatro primeiros meses deste ano, despesas somaram R$ 7 bilhões.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/indice-precos-imoveis.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13907];player=img;" title="indice-precos-imoveis"><img class="aligncenter size-full wp-image-13908" title="indice-precos-imoveis" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/indice-precos-imoveis.jpg" alt="" width="540" height="360" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em todo o ano passado, gastos do programa habitacional foram de R$ 7,7 bi. O programa pegou força, ritmo e passou para a etapa de pagamentos (&#8230;) O programa começa a decolar&#8221; Cleber Oliveira, Tesouro Nacional</p>
<p>Os gastos do governo com o Minha Casa Minha Vida, programa habitacional voltado para a população de baixa renda, somaram R$ 7,07 bilhões de janeiro a abril deste ano, um crescimento de 273% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 1,89 bilhão), de acordo com números do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.</p>
<p>A aceleração dos pagamentos do Minha Casa Minha Vida neste ano corresponde à expectativa da Caixa Econômica Federal. No fim de 2011, o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, lembrou que, naquele ano, houve a transição do Minha Casa Minha Vida 1 para a segunda etapa do programa, lançada em junho.</p>
<p>Com isso, houve um processo de atualização de projetos e de lançamentos do Minha Casa Minha Vida, e a fase de pagamentos do programa tomou corpo apenas a partir do segundo semestre de 2011.</p>
<p>&#8220;O Minha Casa Minha Vida tem aquele ciclo normal. Ele está bem robusto. No ano passado, só teve um corpo maior a partir de agosto e setembro. Ele pegou força, ritmo e passou para a etapa de pagamentos (&#8230;) O programa começa a decolar. O que está acontecendo no financeiro é o reflexo disso&#8221;, explicou o subsecretário de Planejamento e Estatísticas Fiscais, Cleber Oliveira, ao G1 .</p>
<p>O valor gasto nos quatro primeiros meses deste ano também equivale a cerca de 92% das despesas realizadas em todo ano de 2011 que foram de R$ 7,7 bilhões. Também representa 65% de todas as despesas do programa entre 2007, quando teve início, e dezembro de 2011 (R$ 10,88 bilhões).</p>
<p>Para todo este ano, o orçamento do programa habitacional Minha Casa Minha Vida é de R$ 11,08 bilhões. Entretanto, segundo informou a Secretaria do Tesouro Nacional, as despesas podem chegar a até R$ 24 bilhões em 2012 que é o valor dos restos a pagar de 2011 (R$ 12,9 bilhões), mais os recursos aprovados para este ano (R$ 11,08 bilhões).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Minha Casa Minha Vida 2 </strong></p>
<p>Lançada em junho do ano passado, a segunda etapa do programa habitacional do governo tem investimentos totais previstos de R$ 125,7 bilhões, dos quais R$ 72,6 bilhões representam subsídios para a aquisição das moradias pela população de baixa renda, enquanto que outros R$ 53,1 bilhões referem-se aos financiamentos. A meta é contratar, até meados de 2015, dois milhões de unidades habitacionais das quais 600 mil somente em 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Programa de Aceleração do Crescimento </strong></p>
<p>Impulsionadas justamente pelos gastos do Minha Casa Minha Vida, as despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que incluem o plano habitacional para a população de baixa renda, subiram 50% nos quatro primeiros meses deste ano, para R$ 11,33 bilhões. Em igual período do ano passado, haviam somado R$ 7,55 bilhões. Para todo este ano, a dotação do PAC é de R$ 42,5 bilhões.</p>
<p>Se por um lado os gastos do Minha Casa Minha Vida estão crescendo, os números do governo mostram que, por outro, as outras despesas do PAC estão caminhando em um ritmo mais lento neste ano. Nos quatro primeiros meses de 2012, as despesas do PAC (excluído o Minha Casa Minha Vida) somaram R$ 4,26 bilhões, um queda de cerca de 25% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 5,66 bilhões).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Aumento de investimentos </strong></p>
<p>Aumentar os investimentos é um dos objetivos do governo federal neste ano. No fim de abril, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, informou que as despesas de capital (investimentos), que subiram 16,5% até março, teriam aceleração ao longo deste ano.</p>
<p>&#8220;A tendência do ano é de retomada de valores mais fortes no investimento. O Minha Casa Minha Vida é um programa que teve continuidade. Nossa expectativa é que os outros itens do PAC cresçam mais no resto do ano&#8221;, declarou Augustin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cbic.org.br" target="_blank">CBIC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Para mercado, SELIC cai a 8% ao ano em agosto</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:42:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[agosto]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a mudança na poupança e diante da verdadeira cruzada da presidente Dilma Rousseff pelo crédito mais barato, o mercado prevê que o juro deve seguir em queda até agosto. Para os analistas, o Banco Central vai cortar a taxa Selic em1 ponto porcentual até chegar ao mínimo histórico de 8% em três meses. &#160; &#160; Em 2013, a inflação deve ganhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a mudança na poupança e diante da verdadeira cruzada da presidente Dilma Rousseff pelo crédito mais barato, o mercado prevê que o juro deve seguir em queda até agosto. Para os analistas, o Banco Central vai cortar a taxa Selic em1 ponto porcentual até chegar ao mínimo histórico de 8% em três meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/44328xwlk0ab2lb.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13911];player=img;" title="44328xwlk0ab2lb"><img class="aligncenter size-full wp-image-13912" title="44328xwlk0ab2lb" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/44328xwlk0ab2lb.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 2013, a inflação deve ganhar força e o juro tende a subir. Mesmo assim, o mercado não trabalha coma volta dos juros aos dois dígitos e a máxima prevista é 9,75% no próximo ano.</p>
<p>Pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com analistas mostra que o mercado acredita que os cortes de juro continuarão pelas próximas três reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom). Inicialmente, a taxa Selic deve cair 0,5 ponto porcentual na reunião marcada para 30 de maio. Depois, os cortes continuam nos meses de julho e agosto, mas com ritmo menor, de 0,25 ponto a cada reunião, o que levaria a taxa a 8% ao ano.</p>
<p>Até a semana passada, economistas previam que a redução do juro seria mais comedida com o último corte do ano em maio e Selic em 8,5%.</p>
<p>Há analistas, inclusive, que não descartam juro abaixo de 8%. &#8220;A entrevista de Alexandre Tombini reforça nossa visão de que a Selic cruzará para abaixo de 8%&#8221;, diz o Banco Itaú BBA em relatório enviado aos clientes ontem, ao citar entrevista do presidente do BC publicada domingo no Estado. Ao jornal, Tombini disse que é preciso aproveitar a oportunidade brasileira e global para uma redução mais substancial dos juros.</p>
<p>Confirmado o cenário previsto pelo mercado financeiro, a taxa de juro completaria ciclo de redução de um ano seguido e diminuição total de 4,5 pontos. Tanto esforço faria com que a taxa registrasse novo mínimo histórico, abaixo do atual recorde, de 8,75%, praticado entre julho de 2009 e abril de 2010.</p>
<p>O mercado reconhece que os cortes devem continuar porque a preocupação com a inflação ainda é moderada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cbic.org.br" target="_blank">CBIC</a></p>
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		<title>Novos títulos dão fôlego ao crédito habitacional</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 10:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitacional]]></category>
		<category><![CDATA[títulos]]></category>

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		<description><![CDATA[Papéis de renda fixa que oferecem isenção de Imposto de Renda, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), tornam-se cada vez mais atraentes para os bancos lastrearem seus empréstimos habitacionais. Como a concessão de financiamento tem crescido muito acima da captação das cadernetas de poupança, fonte do crédito para o setor, encontrar alternativas mais baratas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Papéis de renda fixa que oferecem isenção de Imposto de Renda, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), tornam-se cada vez mais atraentes para os bancos lastrearem seus empréstimos habitacionais. Como a concessão de financiamento tem crescido muito acima da captação das cadernetas de poupança, fonte do crédito para o setor, encontrar alternativas mais baratas de funding passou a ser uma tarefa inadiável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/competencia-vendas1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13915];player=img;" title="competencia-vendas"><img class="aligncenter size-full wp-image-13916" title="competencia-vendas" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/competencia-vendas1.jpg" alt="" width="442" height="295" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O estoque de letras cresceu 52,3% nos últimos 12 meses encerrados em abril, atingindo R$ 53,679 bilhões. A captação avançou 42,65%, somando R$ 25,268 bilhões.</p>
<p>O rendimento das LCIs varia de 85% a 95% do CDI, dependendo do prazo e valor da aplicação, mas com o benefício fiscal o retorno acaba sendo superior ao do CDB, que paga Imposto de Renda de 15% a 22,5% sobre os ganhos. Assim como os CDBs, as letras também têm a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Além disso, são isentas do recolhimento de compulsório e estão livres do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).</p>
<p>A Caixa Econômica Federal é a instituição mais ativa na captação de recursos com esses novos instrumentos e sua carteira de letras já soma R$ 20 bilhões, com crescimento de 58,2% do estoque nos últimos 12 meses encerrados em março. A carteira de crédito imobiliário do banco atingiu R$ 164,6 bilhões em março, sendo R$ 85 bilhões com recursos da poupança. O prazo médio das emissões tem sido de 15 a 18 meses, com aplicação mínima de R$ 50 mil. Estudamos reduzir esse valor para oferecer esses papéis aos clientes de varejo, diz Márcio Percival Alves Pinto, vice-presidente de finanças da Caixa.</p>
<p>No Itaú Unibanco, o estoque das LCIs já rivaliza com o das Letras Financeiras, com R$ 16,7 bilhões. O Santander já oferece LCIs para o segmento de varejo, com aplicação mínima a partir de R$ 30 mil. É um funding considerado estável, com maior pulverização na base de clientes, diz José Roberto Machado, diretor-executivo de negócios imobiliários do Santander. O volume de letras imobiliárias emitidas pelo banco aumentou 12% no ano passado em relação a 2010 e atingiu saldo de R$ 8,6 bilhões.</p>
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<p>Fonte: <a href="http://www.cbic.org.br" target="_blank">CBIC</a></p>
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		<title>Quer comprar a casa própria? Veja as taxas de juro do crédito imobiliário</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 10:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>

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		<description><![CDATA[Caixa continua com menores cobranças, mas cliente pode melhorar condições do empréstimo em qualquer banco se for correntista antigo ou possuir investimentos. &#160; &#160; Apesar do corte nas taxas de juros em diversas modalidades de crédito, feito por bancos do País desde o mês passado, a categoria habitacional ficou intocada em quase todos eles. Com exceção da Caixa Econômica Federal, que anunciou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caixa continua com menores cobranças, mas cliente pode melhorar condições do empréstimo em qualquer banco se for correntista antigo ou possuir investimentos.</p>
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<div><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/fundoimobiliario2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13885];player=img;" title="FundoImobiliario2"><img class="aligncenter size-full wp-image-13886" title="FundoImobiliario2" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/fundoimobiliario2.jpg" alt="" width="347" height="346" /></a></div>
<div id="NewsContent">
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar do corte nas taxas de juros em diversas modalidades de crédito, feito por bancos do País desde o mês passado, a categoria habitacional ficou intocada em quase todos eles. Com exceção da Caixa Econômica Federal, que anunciou a queda nos juros imobiliários, de até 21%, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander ainda tratam com cautela essa questão.</p>
<p>De acordo com informações do Banco do Brasil, a instituição está sempre estudando alternativas para melhorar as condições do Crédito Imobiliário, mas com as alterações na remuneração da poupança, o assunto está em discussão, por enquanto. Hoje, entre as instituições citados acima, o banco possui uma das melhores taxas de juros para o financiamento de imóveis, perdendo apenas para a Caixa.</p>
<p>Para alguém que quer comprar imóvel residencial, com custo inferior a R$ 500 mil, valor que se encaixa dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), e pode dar uma entrada de cerca de 20% do total, a melhor taxa de juros possível do Banco do Brasil seria de 8,4% ao ano mais a TR (Taxa Referencial). Se o imóvel custar mais que R$ 150 mil, o percentual chega a 10% ao ano. Já o Bradesco oferece taxa de 8,9% ao ano, para o mesmo perfil até 10,5%, enquanto os mesmos números do HSBC estão entre 9,5% e 10,75% ao ano nas condições semelhantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imóvel de até R$ 500 mil</strong></p>
<p>Melhores taxas para quem pode dar entrada de cerca de 20%</p>
<p>Banco do Brasil 8,4% + TR</p>
<p>Bradesco 8,9% + TR</p>
<p>HSBC 9,5% + TR</p>
<p>Itaú Unibanco 11% + TR</p>
<p>Santander 11% + TR</p>
<p>Caixa 7,8% + TR</p>
<p>Os bancos Itaú e Santander trabalham com médias de juros de 11% ao ano em geral. O Itaú ainda oferece um tipo de crédito cuja taxa começa em 11,5% ao ano e passa a ser 10,35% após 36 meses de financiamento. Lembrando que a TR deve ser somada a todas as taxas, como foi explicado no exemplo do Banco do Brasil.</p>
<p>Para esse mesmo valor de imóvel, a Caixa cortou as taxas de juros de 10% ao ano para até 7,8% mais a TR, dependendo do grau de relacionamento do cliente com o banco. Esses novos percentuais passaram a valer no último dia 4 de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Imóvel de R$ 500 mil ou mais</strong></p>
<p>Melhores taxas para quem pode dar entrada de cerca de 20%</p>
<p>Banco do Brasil 11% + TR</p>
<p>Bradesco 11% + TR</p>
<p>HSBC 11% + TR</p>
<p>Itau Unibanco 11% + TR</p>
<p>Santander 11% + TR</p>
<p>Caixa 8,8% + TR</p>
<p>Quando o perfil muda, aumentando o valor do imóvel para mais de R$ 500 mil, as taxas também sobem. O Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander cobram juros de 11% ao ano mais a TR para financiamentos desse tipo. No HSBC é possível encontrar também uma outra linha, cujos juros chegam a 12,68% mais a TR, e o Itaú, assim como no perfil anterior, tem uma opção na qual os juros podem diminuir após 36 prestações.</p>
<p>Já a Caixa oferece juros de até 8,8% ao ano mais TR, taxa que antes da redução anunciada mês passado, era de 11%.</p>
<p>Além do Banco do Brasil, o HSBC também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, estar estudando possíveis alterações nas taxas para o futuro. Já o Bradesco, Itaú e Santander evitaram fazer qualquer tipo de previsão sobre os números.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br" target="_blank">REDIMOB</a></p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Compra do imóvel: quando o cliente pode ser penalizado?</title>
		<link>http://centralestrategica.com.br/blog/clipping-imobiliario-2/compra-do-imovel-quando-o-cliente-pode-ser-penalizado/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 10:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Central Estratégica</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[cliente]]></category>
		<category><![CDATA[compra]]></category>
		<category><![CDATA[penalizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista analisa decisão do Tribunal de Justiça em penalizar cliente por danos morais e alerta o corretor de imóveis da importância de conhecer as decisões judiciais. &#160; &#160; Com a febre da compra de imóveis na planta, que traz condições facilitadas aos compradores, os problemas também apareceram em grande escala. Atraso na entrega da obra está entre as principais reclamações dos clientes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista analisa decisão do Tribunal de Justiça em penalizar cliente por danos morais e alerta o corretor de imóveis da importância de conhecer as decisões judiciais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/aluguel.jpg" rel="shadowbox[sbpost-13881];player=img;" title="aluguel"><img class="aligncenter size-full wp-image-13882" title="aluguel" src="http://centralestrategica.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/aluguel.jpg" alt="" width="513" height="359" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="NewsContent">
<p>Com a febre da compra de imóveis na planta, que traz condições facilitadas aos compradores, os problemas também apareceram em grande escala. Atraso na entrega da obra está entre as principais reclamações dos clientes. Mas o que acontece quando o cliente não cumpre a sua parte?</p>
<p>Os Tribunais de Justiça também avaliam se cabe penalização ao comprador. O corretor de imóveis, Rodrigo Barreto, exemplifica a decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina que penalizou o comprador a pagar indenização por danos morais e a devolver o imóvel.</p>
<p>“Após concluir que o comprador vinha negligenciando o pagamento das parcelas correspondentes ao financiamento original e estava inadimplente com as taxas condominiais e de IPTU, o TJ determinou que o comprador fosse obrigado a restituir o imóvel no prazo de até 60 dias ao vendedor. Por outro lado, o vendedor ficou sob a responsabilidade de devolver os valores recebidos do adquirente, admitindo-se a compensação de tal quantia com a indenização por perdas e danos que compreende aluguel durante todo o período em que perdurou a inadimplência”, explica Barreto, em seu blog.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Corretor deve conhecer as decisões judiciais</strong></p>
<p>Os corretores de imóveis devem tomar conhecimento de decisões judiciais para, além de informados, possam prestar assessoria de melhor qualidade, na visão de Helen Ramos, integrante do corpo jurídico do escritório imobiliário, Barreto&amp;Oliveira.</p>
<p>“É importante o corretor de imóveis informar clientes das sanções e o posicionamento jurídico em que os Tribunais estão se pautando, no que se refere à compra de imóveis. Se necessário, o corpo jurídico da imobiliária ou construtora, deverá estar presente e acompanhar o caso com devido aprofundamento,&#8221; finaliza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.redimob.com.br" target="_blank">REDIMOB</a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
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